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URGENTE: PCC e CV NA MIRA DOS EUA (E QUEM PAGA A CONTA É O SEU BOLSO)!

Será que o Trump vai invadir o Brasil, meu amigo? Porque os Estados Unidos acabaram de carimbar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. E aí tá todo mundo falando que era a gota que faltava, era o motivo bod expiatório aí para que ele invada o nosso país.

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Ou será que ele vai chegar aqui e vai resolver os problemas dos crimes aqui e não vai ter mais, hein? Vou responder tudo isso, claro, mas você é inscrito aqui no canal de economia, certo? Então vamos falar aqui do ponto que talvez você nem tenha pensado ainda. Como que isso pode ferrar o seu bolso e os seus investimentos? É tudo no nosso. Vem comigo que eu te ajudo. Será o fim das organizações criminosas, ou melhor dizendo, terroristas a partir de agora. Mano, >> é, agora o bicho pegou, né? >> Afinal, olha essa afirmação. O Brasil é sim um narcoestado. Você duvida? Dizem que o crime movimenta no Brasil em torno de 350 bilhões por ano aqui. Porcamente comparando, isso colocaria o crime ali. Se fosse comparar as maiores empresas do Brasil, Bruno, a terceira seria o crime ali, um pouquinho [risadas] acima do Itaú ali, consolidando como a terceira maior empresa aqui do Bananil, >> acima do Itaú. >> Acima do Itaú. Meu Deus. >> É mole ou que mais, hein, meu amigo? >> É errado, então não tá. >> Pois é. Já que a gente não consegue resolver os nossos problemas, talvez o tio San dando uma forcinha seria muito bem-vindo, não é? >> Não consegue ou não quer? >> É, tem isso aí também, né? Que que você acha? Escreva aqui nos comentários, porque você não se deu conta ainda do que isso significa pra economia do Brasil. Meu amigo, pode parecer uma coisa bem longe aí da sua vida, da sua família, mas spoiler, pode encarecer o seu financiamento, mexer no juro que você paga e empurrar o rumo do seu dinheiro que você tem investido. É mole. Sei que tá passando na sua cabeça agora terrorismo, então os Estados Unidos vão invadir o Brasil, vão mandar tropa, vai virar uma Venezuela aqui agora. >> É isso que eu ia falar, vai ver, vai ficar igual a Venezuela. Então >> aguenta que a gente vai chegar nessa pergunta aí que ela é muito importante, mas segura aí essa ansiedade sua um pouquinho aí, meu amigo. Vamos desesperar com calma, porque o estrago é mais forte e mais provável dessa história. Acontece onde? No seu bolso. Isso mesmo. No banco, no câmbio, no juro. É outro tipo de tiro, vamos dizer assim, não >> é? É negociação, né? >> Então bora pra economia que já já a gente vai falar isso. O tio San vai colocar um porta-aviões lá em Ubatuba. E se é agora que a criminalidade cai de uma vez por todas no Brasil. Os gringos colocaram o PCC e o Comando Vermelho em duas listas de terrorismo. A primeira já tá valendo. A segunda, que é a mais pesada, entra em vigor no dia 5 de junho. O secretário de estado, Marco Rúbio, ou Rubiel, falou uma coisa que é óbvio, né? São duas organizações criminosas mais violentas do Brasil, com milhares de membros e ataques contra policiais, autoridades e civis. E esse papo tem sim um lance político, direita e esquerda, a gente vai falar disso também daqui a pouquinho, mas o fato é o congelamento de bens dessas facções lá nos Estados Unidos, proibindo qualquer empresa ou pessoa americana de fazer negócio com elas e transformando em crime lá nos Estados Unidos, dá dinheiro ou estrutura para esses grupos. Vamos traduzir essas duas listas aqui pro português brasilêno. A primeira lista é a financeira. Então, ela vai secar o dinheiro do grupo, congelando a conta e bloqueando negócios com americanos, tudo isso lá, né? E a segunda, a de organização terrorista estrangeira, é a mais larga aí, ó. Ela transforma ajudar essas facções num crime sério lá fora e ainda mexe com visto, deportação e investigação criminal. Pode chegar a 20 anos de cadeia lá fora, >> ó. Que beleza. >> E aí, eu sei que você tá pensando nessa hora, Will, mas eu não tenho nada a ver com facção. Por que que isso ia mexer com o meu bolso? Calma que eu te mostro. Ó, quando os Estados Unidos botam a palavra terrorismo do lado do nome de um país ou de instituições desse país, né, meu amigo, o investidor lá fora passa a olhar o Brasil como um lugar mais arriscado. Não por preconceito, eu diria. Aliás, tem um pouco de preconceito também, né? Tem bastante, mas o fato é que o calo aperta lá do lado deles também, juridicamente falando. E o investidor lá de fora que tá enxergando o risco, o que que ele faz? Você já entendeu a lógica aqui, né? Ou ele foge pras colinas porque, carambas, um cara vai querer investir no Brasil. É tipo você pegar um dinheiro gordo aí da sua família e investir lá num país exótico, né? >> E a gente tá falando de investimento assim de de bolsa ou com títulos, né? >> Mas também tem um investimento do cara querer, sei lá, uma multinacional, querer trazer aqui pro Brasil, né? Perfeito. Impact nisso também. >> Perfeito. Ou na melhor das hipóteses, esse investidor corajoso aí vai cobrar mais juro para topar, emprestar pro nosso país. Os economistas chamam isso de prêmio de risco. Na prática é simples. O Brasil paga mais caro para rolar a dívida dele. E adivinha da onde sai essa conta? Do seu imposto e do juro que você paga no dia a dia? Põe na ponta do lápis comigo. Imagina que você vai financiar um imóvel de 300.000 em 20 anos. Se o juro de longo prazo sobe só um ponto ali, porque o Brasil ficou mais arriscado no mapa do estrangeiro, você acaba pagando dezenas de milhares de reais a mais até que tá tudo. Ou seja, você teve a sorte de nunca ter chegado perto de uma facção, mas você pagou a conta do risco. É mole? E tem mais, vários fundos lá fora tem uma regra interna que proíbe botar dinheiro em lugar como presença de organizações terroristas ou em um país sancionado. Então, quando esse carimbo aí acontece, né, parte desse dinheiro simplesmente vai virar as costas pro Brasil. E aí acompanha comigo no replay, ó. Menos dólar entrando, real mais fraco. E o dólar que você compra fica mais caro. E tem um setor que pode apanhar especialmente nessa história, mais rápido do que todo, sabe qual? Combustível. justamente porque é onde apareceu lá a mão do crime organizado, lembra? Acontece que nem todo o setor de combustíveis está enrolado, né? Empresa séria desse ramo aí pode ter muita dificuldade, por exemplo, para pegar dinheiro emprestado lá fora, mesmo sem dever nada aqui. Aliás, Brunão, pode expandir mais ainda. Ó, essas instituições, esses bancos brasileiros que atuam também nos Estados Unidos, será que eles não vão fechar a conta de um distribuidor, por exemplo? É verdade, pode acontecer >> simplesmente por desconfiar, falar como eu não sei. E olha só, tinha até dado um print numa matéria aqui, ó. As regras americanas prevêm punições a qualquer empresa que prestar apoio material a grupos terroristas com até 20 anos de prisão, que a gente tinha falado, independentemente do conhecimento sobre o vínculo do cliente ou parceiro com o grupo alvo da da sanção. >> Olha aí. >> Então, na dúvida, o banco pode simplesmente falar: “Tenho desinteresse comercial de estar com você”. >> Por causa de sanções, né? Exatamente. Então, repara aí como funciona o jogo, né? Não precisa os Estados Unidos invadirem o Brasil para machucar a gente, não. Eles machucam muito mais no órgão mais sensível do corpo humano, que é o bolso, né? Basta o dinheiro lá de fora ficar mais caro e mais arisco, porque isso já vai mexer aí no seu emprego, no seu crédito e no seu investimento. E como a gente tá vendo aqui, quem tá suando frio de verdade é o mercado financeiro. Porque não foi à toa que na mesma manhã do anúncio ontem, né, aliás, antes do anúncio, inclusive, os bancos correram para conversar com o governo muito preocupados, porque o medo deles é claro, porque a partir do dia 5 de junho, um banco brasileiro, mesmo sem querer, se ele mover dinheiro ligado a essas facções, ele pode ser punido pelo governo americano. Então, mais risco pro banco significa o quê? Ele vai dobrar o controle, investir em tecnologia, colocar mais burocracia no negócio e um doce para você, se você conseguir adivinhar, quem que vai pagar o custo dos bancos. É tudo no nosso. >> Tudo no nosso. Você lembra do fatídico caso do Morais enquadrado na lei Magnitsk? >> Sim. Ele tá sem cartão até hoje. >> Não, não tá mais. >> Os bancos tremeram na base porque quem desrespeita as regras americanas pode levar a porrada junto, né? Só que lá eles tinham quem olhar, né, Bruno? Tinha um alvo. O problema é quando é todo mundo vira alvo, né? O crime organizado tá em todos os setores da sociedade. >> É. E não é claro, né? Não é específico, né? Vamos dizer assim. esse cara limpinho, mas ele recebeu dinheiro de quem não devia. E o pior é que o crime é especialista em camuflar as coisas, né? Tem a galera do setor cítrico, né? >> Os laranjas, tem um fundo que é dono de um fundo, do fundo do outro fundo, sabe como é, né? >> Não. E você falar que as investigações internacionais vão estar aqui dentro, né? Exatamente. E não ajudando a gente ainda já a gente vai falar disso. Lembra do ano passado a receita estourou a operação carbono oculto que ela achou o PCC enfiado no mercado de combustíveis. Mais de 1000 postos ligados ao grupo movimentaram R 52 bilhões deais em 4 anos. Seis fintex funcionavam ali como banco paralelo da facção e movimentaram R bilhões deais e uma delas recebeu mais de 1 bilhão só em dinheiro vivo e tinha cerca de 40 fundos de investimento com R$ 30 bilhões deais usados só para esconder quem era o dono de verdade. Sabe onde tava parte dessa engenharia? Em Fintec e fundo lá na Faria Lima, o coração do mercado financeiro do Brasil. Ou seja, o dinheiro do crime estava sentado de ladinho com o dinheiro de gente honesta. E é por isso que o banco surtou, né, com um selo de terrorismo, deixar passar uma transação dessas aí para de ser uma multa simples aqui no Brasil para virar risco de uma pancada vinda do dinheiro gordo lá dos Estados Unidos. Então, na prática, os bancos vão ter que apertar muito o compliance, reportar mais coisa pro COAF, gastar mais com tecnologia para rastrear o laranja, empresa de fachada também. E banco pequeno e fintech pode ficar até inviável de repente, né? Pode ficar até inclusive mais isolado lá fora, >> mas convenhamos que tá precisando fiscalizar, né? >> A coisa não tá fácil, né? >> Banco master que eu digo, né? >> Exatamente. Só que tudo tem um custo, né, Brunão? E quem paga esse custo aí no final da história? >> De novo o selo, >> de novo o selo. Você no tarifão aí, no juro do cheque especial, na burocracia que vai aumentar para abrir conta e também movimentar o dinheiro. E agora sim, vem aquela pergunta que ficou guardada lá do comecinho, né? Será que esse carimbo de terrorista aí que essa grande honra aí, ela abre uma porta pros Estados Unidos aqui mandarem tropa, drone, marine, sei lá o que para dentro do Brasil? Te contar que tem gente que não veria problema nenhum no ataque lá pra Brasília, não, Bruno. O alvo lá, se o alvo ficar lá, tem gente que não ia ligar, não. Escreve aqui se é você aí >> tem uma galera querendo. Acho. >> Vou te responder com sinceridade, com muita honestidade, tá? Sem terrorismo, com o perdão do trocadilho aqui, mas sem fazer de conta também que tá tudo bem, porque não tá, tá? A resposta curta é a seguinte: invasão com tropa no Brasil é muito improvável, mas eu não digo que quem tá preocupado com soberania tá ficando maluco também, não, porque olha só, se a gente fosse ver no livrinho da regra, né, Bruno, no livrinho tá escrito lá que os Estados Unidos precisariam de investigação, de prova, de base jurídica, pelo menos na teoria, né? Porque o Trump tem usado a interpretação da lei no limite, né? Ele mesmo define que país que ele vai taxar, por exemplo, ele define se vai ter guerra ou não, quem que ele vai atacar, Venezuela, Irã. Ele cria os motivos, as razões. >> Ele cria os motivos e ele executa. Você lembra na guerra do Iraque o trabalho que deu pro Bush convencer o Congresso americano no Trump? Não tem isso não, cara. >> Mas não tinha arma nenhuma, né, no Iraque. >> E não tinha arma nenhuma. Exatamente. [risadas] Eu acho que o grande medo da galera é esse, né? O Trump é a lei, meu amigo. Nem um Congresso americano tá parando ele. Você acha que o direito internacional, a ONU, ou pior, o Mercosul vai fazer alguma coisa? >> Mas aqui é Brasil, né? Não é Venezuela, né? É, realmente é bem diferente. A gente tem os portaaviões, não tem o nuclear ainda, né? Não é a mesma coisa. >> A gente tem aliados também, né? >> Tem aliados também. O direito internacional estaria mais do nosso lado do que a Venezuela. Se isso adianta alguma coisa, não sei. >> A gente não tem um ditador, né? Faz aí uma >> eleições, segue regras, né? Vamos lá. Apesar que tem gente nos comentários xingando você nesse momento aqui, Bruno, falando que as eleições no Brasil não são lá, essa maravilha, não. Quero ver nos comentários aqui. >> Mas não importa, o presidente, eu ia tá falando a mesma coisa. >> E é isso aí. Na teoria, as próprias leis americanas que travam dinheiro de cartel, elas exigem um inquérito formal, uma análise da justiça antes de bater nos outros, né? Não deveria ser o secretário acordar de mau humor e mandar ver nas tropas aqui rumo a Caraguatuba. Não devia ser assim, né? Mas esse ponto aí, ele me pega. Olha só. Sabe aquele promotor que caça o PCC, o Lincoln Gaquia? Cara, tem um alvo na testa dele, tá vivo ali por um pouco de sorte e também não poder nem ir no banheiro sem quatro segurança do lado, né? Zumível. >> Ele avisa uma coisa séria, ó. Com selo de terrorismo, o assunto vai sair da mão da polícia e vai subir pra área de inteligência militar dos Estados Unidos. E aí o que acontece no papel? Isso vai abrir espaço pra operação americana até dentro do Brasil. Ele mesmo diz que o risco é remoto, mas ele existe. Só que ele mesmo não tá vendo vantagem nessa classificação, não. Olha só. E os professores de relações internacionais vão na mesma linha. Eles falam que tem o risco da soberania, ainda que sem respaldo no direito internacional para uma intervenção direta, que o Trump, eu acho que ele não liga o mínimo para isso. Pegar o caso da Venezuela, né? Lá os Estados Unidos carimbaram um cartel ligado direto ao Maduro, atacaram embarcações no mar e no começo desse ano o Maduro foi lá conhecer os Estados Unidos na marra, né? foi tomar um café presencial lá. >> Nunca ninguém mais viu, né? >> Nunca ninguém mais [risadas] viu. Isso mostra uma coisa que depois desse tipo de selo, esse governo americano já usou a força fora do território dele. Não dá para fingir que o risco não existe. Mas como o Brunão falou, repara na diferença que pesa nessa comparação. Na Venezuela, o crime tava colado no chefe de estado, meu amigo. Aqui no Brasil o PCC e o CV não são o governo brasileiro. Você pode contestar até que ponto o Bruno assim, ó. É [risadas] mais ou menos. Você pode contestar até que ponto tem esse favorecimento, né? Inclusive de vez em quando tem um ou outro preso por aí, né? Mas de qualquer forma o Trump teria que rebolar muito para explicar um ataque aqui no Brasil, né, meu amigo? Mas nada que o incomode, porque ele não tá nem aí para aliado, meu amigo. E também consideremos que ser incoerente e também ficar mudando de opinião a todo momento, parece que é exatamente o modus operande do laranjão. E talvez então o maior risco pro Brasil nesse momento, ele é econômico e também diplomático, não é tanque na rua. Mas né, nunca diga nunca, né, quem viver verá. Porque agora a gente vai ver o lado político da história, que que tá envolvido nisso aí, né? Esse carimbo veio dois dias depois do senador Flávio Bolsonaro se sentar com o Trump na Casa Branca. E o próprio Flávio disse que foi lá sim pedir com todas as letras pros Estados Unidos declararem o PCC e o CV como terroristas. Do outro lado, o governo Lula sempre foi contra esse selo e na visão dele, essas facções nem se encaixam na definição de terrorismo, porque matam por dinheiro e território, não por uma bandeira ideológica. Você vê que as coisas no mundo é hoje, né, muito tênue, né, cara? Você vê que a ideia de terrorismo era lutar por uma causa, por uma religião, por um país, né, >> uma comunidade pequena escala. >> É, só que quando convém também, a gente pode abrir um pouquinho mais aqui, um análogo ao terrorismo, né? É o problema quando o PCC começa a sair do Brasil, né, que é o que tá acontecendo, o negócio começa a ficar sério. Mundo todo, cara. Tem um documentário na Global Play muito legal que desconsiderando umas opiniões de alguém do pessol que tem lá essas coisas, se você conseguir assistir é muito legal. Mas de qualquer forma, olha esse nuca de bico que meteram o Lula, Bruno, ele defende que não seja classificado como terrorista, mas defende só um pouquinho também, porque não pode ficar gritando por aí algo ali que publicamente beneficie um crime, né? O criminoso em ano eleitoral. pega mal, né, Bruno? >> Demais, né? Defender PCC e ele não é legal. >> Legal, ele defende, mas deixa outra pessoa brigar lá por causa disso. Mas o fato é a discussão sobre a criminalidade também o combate a ela, porque a gente já paga os custos disso, né, da falta de segurança no Brasil todos os dias. E o problema agora é pagar de novo, né? Pagar no dólar, na inflação, no juro. É tudo no nosso, né? A gente já falou isso hoje, eu acho aqui. Mas pelo menos o crime vai diminuir, não vai? É a pergunta que mais importa aqui, né, para que gente que mora aqui resolveu ficar aqui na Brazilia e a gente só quer andar tranquilo na rua. Eu vou ser realista, tá? Porque não vai acontecer esse carimbo sozinho aí, ele não vai fazer o crime encolher do nada. Eu não tô chutando não. Olha aí o que aconteceu depois da própria operação carbono oculto, né? Em vez de quebrar, que que aconteceu? O grupo se reorganizou rápido, abriu empresa de fachada nova e até aumentou o desvio de combustível. Crime grande não vai sumir com canetada, tá? Ele dá uma trocada de roupa e continua dançando ali o show. >> Você assistiu Tropa de Elite? >> É, >> cortou a cabeça, sobe três. Isso aí. >> E faz sentido, né? Para essas facções, tudo é lucro. Enquanto der dinheiro, elas só ficam trocando de empresa, de pessoas, de fintec, de estado para continuar lavando. E esse ponto lá do Gaquia é muito preocupante. Hoje combate do tráfego depende de cooperação entre as polícias, né? FBI, o DEA lá dos Estados Unidos, a troca de informação e os promotores avisam que se o assunto virar caso de defesa e de inteligência militar americana, essa troca pode esfriar na hora, porque vira tudo sigilo, né? Então, no limite pode atrapalhar quem tá de fato ali na linha de frente lutando contra o crime organizado como ele. Olhaí que loucura. Então, não compra a ideia fácil de que agora o crime acabou, porque não acabou, tá? A vida do brasileiro nem o gringo consegue resolver, nem a NASA. Beleza, né? Mas o que que eu faço com tudo isso? A parte mais importante para carimbar aqui, não de ilícito, carimbar a sua inscrição aqui também com o seu like. Obrigado por isso. Bora pro que interessa. Ó, primeiro, para de tratar política de notícia geopolítica, principalmente, como se fosse fofoca ou politicagem, somente, risco de país que a gente tá falando aqui. Tudo isso impacta juro, impacta no câmbio, vira preço da sua parcela aí na hora que você vai pagar o seu carnezinho gostoso. E quem entende tudo isso consegue se proteger antes. Segundo, não bota todo o seu dinheiro num lugar só e nem numa moeda só, né? Quando o real apanha, quem tem uma parte protegida lá fora vai sentir bem menos o tranco. Terceiro, fugir da dependência do estado, porque os governos fazem cagada. Aí você tá vendo quem paga a conta é você. Então, quanto mais o seu futuro depender de Brasília e do INSS, mais você vai ficar refém dessas idas e vindas aí. Quarto, aproveita o juro real, o juro alto, quanto ele tá aí, né? Ai que ainda tá em 14,5% ao ano. Dá para você blindar uma parte boa do seu patrimônio em renda fixa decente, enquanto a poeira não baixa. E por último, cuida bem do seu dinheiro. Você pode fazer estudando sozinho, investindo sozinho. Tem conteúdo aqui desde 2017. Então convido você a se inscrever por aqui. Seja muito bem-vindo. Mas se você não tem tempo ou também não tem aptidão para isso, né? Conte com pessoas sérias para te ajudar. Gente que não fica te empurrando produto, ganhando comissão com produto ruim para você, não, tá? Eu coloco à sua disposição a minha consultoria de investimentos que é registrada na CVM Alum para te ajudar. O link tá no primeiro comentário. E sim, eu sei que é desconfortável ver o país nesse tipo de notícia, né? Mas o investidor inteligente ele não vai entrar em pânico, né? Ele lê o cenário com calma, ele se posiciona. Então, se você quiser entender mais a situação do Brasil nesse dia para investir melhor o seu dinheiro, vem ver esses outros vídeos aqui para te deixar bem informado. Formação é dinheiro, meu amigo.

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